Empresários, banqueiros, gestores, professores, reitores, líderes de associações e outros protagonistas dizem ao JE o que esperam que aconteça no novo ano. São sessenta reflexões sobre 2026.
Paulo Veiga, CEO da EAD
2026 será um ano de ajuste à realidade. Com o fim do PRR, a economia portuguesa deixa de ter rede e volta a enfrentar os seus problemas estruturais: baixa produtividade, excesso de burocracia e fraca escala empresarial. O aumento do salário mínimo é socialmente necessário, mas sem ganhos reais de produtividade continuará a pressionar margens, sobretudo nas PME. O desafio central será fazer mais e melhor com menos apoios. As empresas que investirem em eficiência, tecnologia, qualificação e cultura de gestão vão aguentar. As outras sentirão que o tempo do crescimento fácil acabou.


